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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Dilma já sai perdendo antes de receber a faixa

A Presidente eleita não terá nem tempo de aproveitar a popularidade do primeiro ano de mandato, pois uma Guerra cambial está em seu limiar de começar oficialmente e exige uma atenção especial de qualquer Governo, no inicio ou não.

Fazer aliança com PMDB é a mesma coisa que fazer pacto com diabo, ou até pior, pois o demônio tem paciência para esperar, o PMDB não. O partido já colocou suas garras de fora e está pressionando a Dilma, talvez confiando na falta de pulso dela, para conseguir cargos.

Até mesmo já fizeram acordos para a presidência da Câmara, além de Michel Temer ser o coordenador do governo de transição.
Mas a Dilma também não perde tempo, nem chegou ao Governo e já falou do que não interessa para nós e, sobre o que pode salvar nossos empregos, apenas citou que manterá como está.

Primeira medida de nossa chefe é debater a volta da CPMF. Por pressão popular, este imposto caiu, agora ela quer retornar com ele alegando que é para a “saúde”. De fato ele é voltado para isso, contudo o que ele promove é um aumento de tributação sobre movimentações financeiras ao invés de fazer o Governo remanejar e maximizar seus gastos para o que interessa.

A Guerra Cambial, ou Comercial, exige que a postura do Brasil seja oposta. Temos que minimizar a tributação, tornar o dinheiro “mais barato”, para que os produtos nacionais fiquem mais vantajosos do que os estrangeiros. Aumentar imposto é um tiro no pé. Consequência, um futuro desemprego assolando o nosso país.

Sobre o que ela fará para salvaguardar os nossos interesses, ela foi bem simplista, apenas falou que manterá o câmbio flutuante, o que já vem sendo feito desde o Governo Fernando Henrique.

Então Dilma cara pálida, é assim que vai governar o Brasil?

sábado, 5 de junho de 2010

Jornalista e delegado são pivôs de intriga do dossiê

No final da tarde de 20 de abril passado, uma terça-feira, cinco pessoas se reuniram para uma conversa no tradicional restaurante alemão Fritz, na quadra 404 da Asa Sul, em Brasília. Comandava a mesa Luiz Lanzetta, dono da Lanza Comunicação, empresa responsável pela contratação da maioria dos integrantes da assessoria de imprensa da pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff.

Também estava lá o jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que investigou por anos o processo de privatização brasileiro iniciado nos anos do governo FHC (1995-2002).

Completavam a mesa o delegado aposentado da Polícia Federal Onésimo de Souza e dois servidores públicos aposentados da chamada "comunidade de informação", que trabalham com ele. O encontro fora marcado por Lanzetta para tentar contratar Onésimo e sua equipe.

A reportagem completa está disponível na íntegra para assinantes da Folha e do UOL.

A ideia era investigar os funcionários de uma das sedes do comando da campanha dilmista. A demanda incluía averiguar se quem circulava no local mantinha algum tipo de relação com integrantes do PSDB e da campanha tucana a presidente encabeçada por José Serra.

A Folha apurou que Onésimo sugeriu um orçamento de R$ 180 mil para executar o serviço. O valor não foi aprovado pelo QG de Dilma. A conversa resultou inócua, mas o encontro vazou.

Na semana iniciada em 2 de maio, integrantes do PSDB souberam que a campanha de Dilma estaria montando uma equipe de "inteligência" -com o objetivo, deduziram, de espionar Serra.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

E-mail sobre a Dilma.



Está circulando na internet, sobretudo nos e-mails, a informação de que Dilma Rousseff não poderia adentrar nos EUA e em mais 11 países por ter sido condenada pelo sequestro do embaixador americano aqui no Brasil.
Apesar de não gostar dela devemos esclarecer alguns pontos, pois se somos contra ela pelo menos usemos argumentos reais e não discursos falaciosos para conseguir antipatia a ela.

O e-mail que está circulando segue abaixo, as explicações estão logo após.

A PERGUNTA É A SEGUINTE:
No caso da srª Dilma ser eleita Presidente do Brasil, quem será a pessoa que irá aos Estados Unidos para a fala habitual na Assembléia Geral da ONU, ou para discutir com o presidente americano sobre questões de comércio, por exemplo?


A Presidente não irá, com 100% de certeza.


Então, repito a pergunta: Quem irá aos Estados Unidos no lugar dela?

Bem, você deve estar intrigado com esta pergunta meio sem sentido, não é?

Aqui vai a explicação:


Dilma Roussef foi condenada nos Estados Unidos pelo seqüestro do embaixador norte-americano, na década de 60, juntamente com outras pessoas (por exemplo: Fernando Gabeira).

Como é “crime hediondo”, não prescreve, a pena é bem grande e não há como pensar em liberdade condicional.

A questão secundária é que isto vale para outros 11 países.

Muitos governantes de países periféricos já foram apanhados nesta armadilha e a maioria perdeu o cargo que ocupava, para satisfação da oposição local.

Nós temos uma solução ideal para resolver esta questão: não elegê-la presidente. Desta maneira ela poderá escolher lugares muito confortáveis para viver o resto da vida como, por exemplo, Havana, em Cuba, ou La Paz na Bolívia, o que resolverá vários problemas: os dela e os nossos.

Mas....... se eu fosse você, começava a me preocupar com esta possibilidade. Já pensou se ela resolve fazer uma visitinha àquele cara simpático e ultra democrático da Venezuela, o Huguinho Chávez e, de repente, uma tempestade no Caribe obriga o avião a descer em Miami, que fica ali perto. Imagine a encrenca monumental que nem o presidente americano vai poder desfazer?

Bem... talvez você seja um sábio e tenha uma boa idéia para resolver a situação. Por isto volto a perguntar:

Quem vai representar o Brasil nas viagens internacionais aos Estados Unidos e aos 11 países onde ela pode ser presa no próprio aeroporto onde desembarcar?

CIRCULANDO ... CIRCULANDO ...



A refutação:
A Dilma participou de grupos de esquerda assim como José Serra.
Ela possivelmente participou do roubo do cofre de Adhemar de Barros, assim como o ministro do meio Ambiente, Carlos Minc, apesar que este nega a participação dela. Ambos eram da VAR-Palmares.
Mas não teve nada haver com o sequestro do embaixador americano, isso é falacioso. O Franklin Martins, que cuida da comunicação do Lula e ex-Globo que participou.
Mesmo assim, com a lei de anistia "o que é do passado, ficou no passado".
Extorsão mediante sequestro se tornou hediondo em 1990, não sei se é retroativo, acredito que sim, porém ela nunca foi acusada desse crime.

Por fim, para sanar as dúvidas:
Dilma nos EUA