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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O mensalão mineiro



O Deputado Federal do PSDB-MG, Eduardo Azeredo, está sendo acusado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de desvio de verba para a campanha de reeleição para Governador do estado em 1998. O evento foi chamado de “mensalão mineiro” alusão ao caso nacional encabeçado pelo PT, PTB, PP, PL e outros partidos da base aliada denunciado por Roberto Jefferson, PTB-RJ, em junho de 2005.

No caso de Minas Gerais, Marcos Valério, sim ele mesmo, comandou um esquema de desvio de verba de três estatais, COPASA, COMIG, CODEMIG, além do Grupo Bemge totalizando R$ 4,5 milhões. A verba foi “oficializada” como investimento em eventos esportivos e foi lavado com falsos títulos de empréstimo do Banco Rural.
Dos 36 acusados, Eduardo Azeredo é o único que possui foro privilegiado, ou seja, é julgado diretamente pelo STF. Bem, se depender disso, Eduardo está tranquilo e confiante, já que, desde que foi criada em 1988, junto com a Carta Magna, nunca, repito, nunca alguém foi julgado culpado pelo Supremo sob a égide do foro privilegiado.
Só para constar, quem assumiu o cargo executivo naquela eleição foi Itamar Franco, PMDB.

Não deixa de ser interessante ver que o único deputado que pode ser considerado culpado por um “mensalão”, é do PSDB, e não, do PT que no seu esquema nacional teve mais de 44 pessoas envolvidas.

Esquema mensalão mineiro segundo Estadão


Manobra das empresas não passa e votação da PEC dos Jornalistas será dia 11



A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) encerrou a discussão nesta quarta-feira (4), da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 386/09, que restitui a exigência do diploma para o exercício profissional do Jornalismo. A comissão decidiu que o parecer vai a voto na próxima quarta-feira (11). Fazendo papel de advogado das empresas de comunicação, o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) tentou impedir a evolução da tramitação da matéria. Foi derrotado e conseguiu apenas protelar a votação.

Aleluia tentou três manobras regimentais. Na primeira, buscou adiar a votação por "até 10 sessões" - o que, na prática, sepultaria a PEC. Perdeu por 29 votos a 10. Depois trabalhou para adiar a discussão e, por fim, tentou fazer com que a votação da matéria fosse nominal, o que exigiria a verificação de quorum na reunião da CCJC. Também perdeu, mas a votação acabou sendo adiada em função de que a reunião se estendeu até parte da tarde.

Durante a reunião, o relator da PEC, deputado Maurício Rands (PT-PE), deixou claro que a proposta assegura a previsão constitucional de liberdade de expressão, pois em seu parágrafo primeiro prevê que nenhuma lei poderá conter dispositivo que possa configurar embaraço à plena liberdade de informação jornalística.

Para Rands, a decisão do STF foi errada e "não há incompatibilidade qualquer entre liberdade de expressão e a exigência do diploma". E sustentou que, com a compatibilização entre o parágrafo primeiro da PEC e o artigo 220 da Constituição, haverá a harmonia entre o direito de liberdade de informação e o direito de exercício da profissão.

A declaração foi rebatida por José Carlos Aleluia. Para ele, não se pode mudar a interpretação que o Supremo dá à Constituição. "Vou impedir que a proposta progrida. Ou que progrida lentamente. Vou colocar pedras no caminho na frente dessa bobagem legislativa", afirmou. Na mesma linha, o deputado Zenaldo Coutinho (PSDB/PA) defendeu no plenário voto em separado contrário à PEC.

Para o autor da emenda constitucional, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), as manobras só serviram para mostrar a inclinação dos integrantes da comissão à aprovação da proposta. "Todas as tentativas de impedir que a votação ocorresse foram rejeitadas por ampla maioria, mostrando com isso uma tendência favorável à PEC", explicou.

Alternativa imposta
No debate na CCJC, embora sejam defensores do diploma, alguns parlamentares argumentaram que não seria necessário restituí-lo através de emenda constitucional, bastando o caminho da legislação ordinária. No entanto, o deputado Flávio Dino (PCdoB/MA), que é juiz de carreira, foi enfático ao sustentar que a PEC é a alternativa correta. "Este é o único caminho e foi imposto pela decisão equivocada e indevida do STF, que se sobrepôs ao parlamento e constitucionalizou o debate", disse.

Vitória parcial
Segundo José Carlos Torves, um dos integrantes da delegação de dirigentes da FENAJ e dos Sindicatos de Jornalistas que acompanhou a reunião, as iniciativas do parlamentar contrário à PEC foram derrotadas. "Tivemos uma vitória parcial, mas muito importante, pois a discussão na Comissão já aconteceu, a votação foi marcada para a próxima semana e não será nominal", disse.

O sindicalista explica que, com as decisões da CCJC desta quarta-feira, na próxima semana não será necessária a verificação de quorum, podendo a votação ser feita através das lideranças de bancada. Otimista, observa que "as três maiores bancadas no Congresso Nacional apóiam a PEC e, mesmo nas bancadas que resistem à proposta, há diversos parlamentares que apóiam a defesa do diploma".

O presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, registra, no entanto, que o jogo é pesado e que diversos parlamentares reclamaram da pressão do patronato. "É necessário prosseguir com o movimento de sensibilização dos parlamentares e manifestações públicas em defesa do diploma, pois está claro que esta luta está sendo dura e não podemos desprezar a força de nossos adversários dentro e fora do parlamento", concluiu.

Com informações da Agência Brasil

Noticia retirada do site da Federação Nacional de Jornalismo (FENAJ)

Para mais informações sobre o assunto: PEC do diploma de jornalismo



quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Plenário vazio para ajudar aposentados


Por mais uma vez o Governo tranca a votação do reajuste da aposentadoria e da forma mais escancarada possível. Pediu para seus deputados não comparecerem à sessão ordinária, deixando praticamente Paulo Paim, PT-RS, que é da base, falando sozinho em plenário.
Michel Temmer, PMDB-SP, prometeu que seria votada hoje, porém também foi deixado na mão pela sua base aliada. Traduzindo para um português claro, nem mesmo eles podem confiar em seus parceiros, imagine os aposentados.
Chega a ser engraçado que a coligação que domina o Estado não esteja do lado de seus próprios representantes.
A proposta vincula o aumento do salário minimo ao reajuste da aposentadoria o que, segundo Cândido Vacarezza, PT-SP , significa um acréscimo de R$ 6 bilhões ao INSS somente em 2010 e crescendo por durante os anos. Isso faria com que o aumento do salário minimo fosse congelado ou bem menor do que o praticado nos últimos anos.
Considerando-se que semana que vem só haverá votações sobre o pré-sal, segundo o blog de Cristina Lobo, os aposentados passarão o natal sem o resultado da votação.

Para onde vamos?

Fernando Henrique Cardoso, O Estado de S. Paulo, 01/11/09

A enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio “talvez” porque alguns estão de tal modo inebriados com “o maior espetáculo da Terra”, de riqueza fácil que beneficia poucos, que tenho dúvidas. Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?

Só que cada pequena transgressão, cada desvio vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advém do nosso príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos.

É possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos”. Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira “nacionalista”, pois, se o sistema atual, de concessões, fosse “entreguista”, deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública. Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares, se o processo de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem nenhum pudor, passear pelo Brasil à custa do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso…) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?

Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do “autoritarismo popular” vai minando o espírito da democracia constitucional. Esta supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os “projetos de impacto” (alguns dos quais viraram “esqueletos”, quer dizer, obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: “Brasil, ame-o ou deixe-o.” Em pauta temos a Transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no Orçamento e mínguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo Tribunal de Contas da União. Não importa, no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: “Minha Casa, Minha Vida”; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos.

Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo “Brasil potência”. Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU - contra a letra expressa da Constituição - vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que se tenha esquecido de acrescentar: “L"État c"est moi.” Mas não se esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender o “nosso pré-sal”. Está bem, tudo muito lógico.

Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro. Os partidos estão desmoralizados. Foi no “dedaço” que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são “estrelas novas”. Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam.

Ora, dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina. No Brasil os fundos de pensão não são apenas acionistas - com a liberdade de vender e comprar em bolsas -, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou “privatizadas”. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo, antes que seja tarde.

Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, foi presidente da República

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

PEC do diploma de jornalismo


No dia 28 de outubro, seria votada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) o projeto de emenda constitucional (PEC) que regulamenta, novamente, a necessidade de diploma para o exercício da profissão de jornalismo. A nova votação será em 4 de novembro.
Projetos desse tipo tramitam no Congresso desde o dia 1° de julho, após a assinatura de 50 senadores liderados por Antônio Carlos Valadares, PSB/SE, apenas 13 dias depois de ter sido proclamado desnecessário o curso específico em Comunicação Social pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O texto proposto pela senador acrescentava na Constituição que a profissão seja de uso “privativo do portador de diploma de curso superior de comunicação social, com habilitação em jornalismo, expedido por curso reconhecido pelo Ministério da Educação, nos termos da lei”, fonte Estadão.
Ainda criava a figura do colaborador nas redações, alguém não formado na área, porém com atribuições de auxilio à carreira. Além de garantir o direito daqueles que já possuem registro no Ministério do Trabalho. É uma forma de apaziguar os ânimos e evitar a inconstitucionalidade da lei por afrontar decisão do STF.
O que seria votado hoje pelo CCJC é do deputado Paulo Pimenta, PT/RS, que aborda os mesmos temas e teve o apoio de 191 legisladores.
A Comissão que analisou o texto é formada por 65 deputados federais sendo 45 da base governista e apenas 20 da oposição. Além deles participam mais 60 suplentes.
Ao analisarmos o gabarito dos votantes percebemos a fraqueza das representações jornalísticas na esfera do poder. Nesse total de 125 pessoas, dois são jornalistas diplomados (Emiliano José PT/BA) sendo que um nunca exerceu a profissão (Luiz Gonzaga Patriota PSB/PE), depois o mais próximo que temos disso é Celso Russomano, PP/SP, que foi repórter e apresentador, contudo é bacharel em direito, aliás curso predominante na carreira política com 67,7% dos deputados titulares na Comissão e 55,9% contando com os suplentes.
A OAB apóia os jornalistas, por algum motivo, no sentido de tornar novamente obrigatório o canudo para o labor, contudo é triste ver que um setor tão influente como o de comunicação seja extremamente desarticulado e sem força institucional, entenda-se política também, para fazer valer os seus direitos dentro do estado democrático de direito.
Se o acordo da OAB se fizer valer, está praticamente assegurada a regulamentação, entretanto 16 deputados exercem profissões correlatas ao jornalismo e em algum ponto poderão votar contra e manter as coisas como estão. Geralmente se apresentam como radialistas ou jornalistas, destes, dois não possuem ensino superior.
O que tiramos de lição disso é que a classe de comunicólogos desse país tem um poder imenso nas mãos, contudo não faz a minima idéia ou se contenta com o pouco que tem separados. Possuir uma Ordem que rege a profissão é delicado e a FENAJ, por exemplo, está longe de ser um modelo, porém um órgão regulador, não dos trabalhos, mas sim dos jornalistas se faz necessário para o enobrecimento e a melhora dessa profissão tão bela.
Sei das complicações pela característica única da Liberdade de expressão que permeia o labor. Uma Ordem serve para regulamentar, assim como o CREA e CRM que julgam casos antiéticos e de lesa ao serviço profissional. Isso de forma alguma é censura.
O medo de poderem ser culpados por suas irresponsabilidades e o caráter inato do anarquismo no jornalismo são as principais barreiras para a criação de um CRJ.
Também atribuo a falta de representação política do setor ao preconceito de assumirem posições dentro da profissão. Com isso, a classe permanece extremamente fraca nos poderes legislativos e tudo porque jornalistas não conseguem entender que o poder fiscalizador, de fora para dentro, da imprensa no Estado seria potencializado com a fiscalização centrifuga, claro que levando em consideração que um deputado jornalista continuaria seguindo seu talento de buscar a verdade, apurar os fatos e divulgar o que está errado.
Voltando ao assunto da Emenda Constitucional, aqui está a lista de todos aqueles que são titulares na CCJC, seus partidos e suas respectivas formações profissionais.
Lembrando que sete cadeiras ainda continuam abertas, sendo cinco da base governista.

ANTONIO CARLOS BISCAIA PT/RJ
Procurador de Justiça
dep.antoniocarlosbiscaia@camara.gov.br

AUGUSTO FARIAS PTB/AL
Advogado
dep.augustofarias@camara.gov.br

CARLOS BEZERRA PMDB/MT
Advogado
dep.carlosbezerra@camara.gov.br

CIRO NOGUEIRA PP/PI
Advogado
dep.cironogueira@camara.gov.br


COLBERT MARTINS PMDB/BA
Médico
dep.colbertmartins@camara.gov.br

EDUARDO CUNHA PMDB/RJ
Economista
dep.eduardocunha@camara.gov.br

ELISEU PADILHA PMDB/RS
Advogado
dep.eliseupadilha@camara.gov.br

EMILIANO JOSÉ PT/BA
Jornalista
dep.emilianojose@camara.gov.br

GERALDO PUDIM PR/RJ
Administrador Público
dep.geraldopudim@camara.gov.br

GERSON PERES PP/PA
Advogado e jornalista (não diplomado em Comunicação Social)
dep.gersonperes@camara.gov.br

JEFFERSON CAMPOS PSB/SP
Advogado
dep.jeffersoncampos@camara.gov.br

JOÃO PAULO CUNHA PT/SP
Metalúrgico
dep.joaopaulocunha@camara.gov.br

JOSÉ EDUARDO CARDOZO PT/SP
Advogado
dep.joseeduardocardozo@camara.gov.br


JOSÉ GENOÍNO PT/SP
Professor (curso de filosofia não terminado)
dep.josegenoino@camara.gov.br

JOSÉ MENTOR PT/SP
Advogado
dep.josementor@camara.gov.br

MAGELA PT/DF
Bancário
dep.magela@camara.gov.br

MARÇAL FILHO PMDB/MS
Advogado
dep.marcalfilho@camara.gov.br

MARCELO GUIMARÃES FILHO PMDB/BA
Advogado
dep.marceloguimaraesfilho@camara.gov.br

MARCELO ITAGIBA PMDB/RJ
Delegado
dep.marceloitagiba@camara.gov.br

MAURÍCIO QUINTELLA LESSA PR/AL
Funcionário Público
dep.mauricioquintellalessa@camara.gov.br

MAURO BENEVIDES PMDB/CE
Advogado e jornalista (Não diplomado em Comunicação Social)
dep.maurobenevides@camara.gov.br

MENDES RIBEIRO FILHO PMDB/RS
Advogado
dep.mendesribeirofilho@camara.gov.br

ELSON TRAD PMDB/MS
Advogado
dep.nelsontrad@camara.gov.br

OSMAR SERRAGLIO PMDB/PR
Advogado
dep.osmarserraglio@camara.gov.br


PAES LANDIM PTB/PI
Advogado
dep.paeslandim@camara.gov.br

PASTOR MANOEL FERREIRA PR/RJ
Advogado
dep.pastormanoelferreira@camara.gov.br

PAULO MALUF PP/SP
Engenheiro Civil
dep.paulomaluf@camara.gov.br

REGIS DE OLIVEIRA PSC/SP
Advogado
dep.regisdeoliveira@camara.gov.br

RUBENS OTONI PT/GP
Professor
dep.rubensotoni@camara.gov.br

SÉRGIO BARRADAS CARNEIRO PT/BA
Advogado
dep.sergiobarradascarneiro@camara.gov.br

TADEU FILIPPELLI PMDB/DF
Servidor Público
dep.tadeufilippelli@camara.gov.br

VICENTE ARRUDA PR/CE
Advogado e jornalista (não diplomado em Comunicação Social)
dep.vicentearruda@camara.gov.br

VILSON COVATTI PP/RS
Advogado
dep.vilsoncovatti@camara.gov.br

VITAL DO RÊGO FILHO PMDG/PB
Advogado e médico
dep.vitaldoregofilho@camara.gov.br

ANTONIO CARLOS PANNUNZIO PSDB/SP
Engenheiro Metalúrgico
ep.antoniocarlospannunzio@camara.gov.br

AROLDE DE OLIVEIRA DEM/RJ
Engenheiro
dep.aroldedeoliveira@camara.gov.br

BONIFÁCIO DE ANDRADA PSDB/MG
Advogado
dep.bonifaciodeandrada@camara.gov.br

EFRAIM FILHO DEM/PB
Advogado
dep.efraimfilho@camara.gov.br

FELIPE MAIA DEM/RN
Advogado
dep.felipemaia@camara.gov.br

FERNANDO CORUJA PPS/SC
Advogado e médico
dep.fernandocoruja@camara.gov.br

INDIO DA COSTA DEM/RJ
Advogado
dep.indiodacosta@camara.gov.br

JOÃO ALMEIDA PSDB/BA
Geólogo
dep.joaoalmeida@camara.gov.br

JOÃO CAMPOS PSDB/GO
Delegado
dep.joaocampos@camara.gov.br


JOSÉ CARLOS ALELUIA DEM/BA
Professor
dep.josecarlosaleluia@camara.gov.br

JOSÉ MAIA FILHO DEM/PI
Cursando Direito
dep.josemaiafilho@camara.gov.br

JUTAHY JUNIOR PSDB/BA
Advogado
dep.jutahyjunior@camara.gov.br

MENDONÇA PRADO DEM/SE
Advogado
dep.mendoncaprado@camara.gov.br

PAULO MAGALHÃES DEM/BA
Administrador de empresas
dep.paulomagalhaes@camara.gov.br

ROBERTO MAGALHÃES DEM/PE
Advogado
dep.robertomagalhaes@camara.gov.br

ZENALDO COUTINHO PSDB/PA
Advogado
dep.zenaldocoutinho@camara.gov.br

CIRO GOMES PSB/CE
Advogado
dep.cirogomes@camara.gov.br

FLÁVIO DINO PcdoB/MA
Advogado
dep.flaviodino@camara.gov.br

FRANCISCO TENORIO PMN/AL
Delegado de polícia
dep.franciscotenorio@camara.gov.br

GONZAGA PATRIOTA PSB/SE
Advogado e jornalista (diplomado em Comunicação Social)
dep.gonzagapatriota@camara.gov.br

MÁRCIO FRANÇA PSB/SP
Advogado
dep.marciofranca@camara.gov.br

SANDRA ROSADO PSB/RN
Advogada
dep.sandrarosado@camara.gov.br

SÉRGIO BRITO PSC/BA
Advogado
De Licença
Vaga em aberto para o PSDB

VALTENIR PEREIRA PSB/MT
Defensor Público
dep.valtenirpereira@camara.gov.br


VIEIRA DA CUNHA PDT/RS
Procurador Público
dep.vieiradacunha@camara.gov.br

WOLNEY QUEIROZ PDT/PE
Empresário cursando direito
dep.wolneyqueiroz@camara.gov.br

MARCELO ORTIZ PV/SP
Advogado
dep.marceloortiz@camara.gov.br

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Nada a declarar

Blog em crise de identidade. Havia pensando em falar de coisas sérias, mas política já não se encaixa mais nesse perfil.
Talvez falar da possível chapa Dilma-Ciro, mas calma ainda temos muito tempo para isso, apesar de que, só se fala isso no Congresso, estamos de férias desde há muito tempo lá, diria desde o inicio de 2009.
Que tal falar do MST? Bem, mais uma vez estaria falando de palhaçada. A midia sempre diz que que os revolucionários não possuem pessoa juridica, porém, não esquecemos que há inúmeras pessoas físicas que podem ser presas.
Ah mas vão alegar perseguição contra os pobres. Com todo respeito, foda-se! Lei é lei, a imagem, a midia, é problema nosso, dos jornalistas e formadores de opinião.
Enfim, lembrei de algo importante a ser dito. Talvez hoje eu receba alta da fratura da minha perna, vou tomar banho e ir lá. Abraços.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Falha de segurança no hotmail e Gmail permite a publicação de senhas na internet


Como um grande fan de criticar a Microsoft vou trazer mais uma prova do porquê dessa empresa não ser confiável.
Uma falha de segurança permitiu que mais de dez mil e-mails cadastrados no @hotmail, @msn e @live tivessem seus logins e senhas publicados por hackers na internet.
Então galera, via das dúvidas mudem suas senhas do hotmail.

E foi notificado que hoje, seis de outubro, mais senhas, dessa vez do Gmail, vieram a público. Segundo a empresa o número é bem menor e os usuários que caíram no golpe foram notificados para mudarem suas senhas.

Em reportagem para o portal G1: "Recentemente, tomamos conhecimento de um grande esquema de phishing através do qual os hackers obtiveram credenciais de usuários para contas de e-mail baseadas na web, incluindo as do Gmail", disse um porta-voz do Google.

"Assim que ficamos sabendo do ataque, forçamos redefinições de senha nas contas afetadas. Continuaremos a forçar essas alterações de senha em contas adicionais assim que tomarmos conhecimento delas", continuou o representante da gigante de buscas.


Link para a primeira notícia sobre o assunto: http://www.neowin.net/news/main/09/10/05/thousands-of-hotmail-passwords-leaked-online



Aliás, já indo no embalo o site da Vivo o mês passado infectou mais de 200 mil usuários. Os invasores mudaram o código de comando do sitio e colocaram a instalação de um software malicioso. Todos aqueles com sistema operacional Windows rodaram gostoso nessa. Então cuidado mesmo com sites supostamente confiáveis que pedem para fazer atualização de segurança e afins.

Meu sistema operacional, normalmente, é o Ubuntu com kernel Linux/Gnome. Entrei neste dia no site da empresa, foi um terça-feira, porém não fui afetado por causa de diferentes fatores, entre eles, a incompatibilidade do código do "vírus" com o Linux.
Para aqueles que querem mais segurança eu recomendo e não tem tanta complicação como muitos pensam.
Abraços.

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