Pitacos sobre futebol, automobilismo e qualquer outro assunto de boteco. Sente-se, peça uma cerveja e se divirta.
Pesquisa personalizada
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Sarney e Temer fazem discurso pela paz a Ahmadinejad
CAROL PIRES - Agencia Estado
BRASÍLIA - O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), recebeu o presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, no salão nobre do Senado com um discurso sobre paz entre os povos. "A melhor notícia que podíamos receber seria a do fim do conflito entre árabes e judeus, duas nações profundamente sofridas. Povo judeu que chegou na sua diáspora a ser quase dizimado e o povo palestino, expulso de suas terras, vítima de violência constante", disse o senador, ao ressaltar que o Brasil faz fronteira com dez países "de cooperação, nunca de confrontamento".
O deputado Michel Temer (PMDB-SP), presidente da Câmara dos Deputados, seguiu o tom do discurso de Sarney e afirmou que no Brasil todas as raças e crenças religiosas vivem "na maior harmonia". "Vemos com muita alegria cívica a possibilidade de o Brasil sempre fazer papel de mediador de muitos conflitos internacionais", declarou Temer, em sessão da qual também participaram os deputados Edinho Bez (PMDB-SC) e Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Cristovam Buarque (PDT-DF).
Suplicy lembrou que o diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello, morto em Bagdá, vítima de atentado atribuído à Al-Qaeda contra a sede local da Organização das Nações Unidas (ONU), defendia o diálogo entre todas as nações, "inclusive entre aqueles que pensam diferente". "Sua presença e suas ideias em vários lugares do mundo às vezes causam reações. Como aqui temos convivência pacífica entre judeus, árabes, persas, pessoas de todas as origens e raças, somos solidários aos sentimentos do povo judeu e do povo palestino", disse o petista.
Mahmud Ahmadinejad chegou ao Congresso uma hora e meia depois do horário marcado inicialmente. Na chegada do presidente iraniano, os deputados Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) e Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) protestaram contra a visita, assoprando apitos e estendendo uma faixa com a frase "Holocausto nunca mais".
domingo, 22 de novembro de 2009
Filiados do PT vão às urnas para escolher o novo presidente do partido
Lula, Dilma e Berzoini devem votar em urna especial instalada em Brasília
Petistas também escolhem presidentes regionais e municipais e diretórios
Diego Abreu Do G1, em Brasília
Um milhão e 350 mil petistas estão aptos a votar nas eleições do Partido dos Trabalhadores (PT) neste domingo (22). O pleito vai ocorrer em todo o país e será destinado à escolha dos novos dirigentes do partido para o período 2010-2012, entre os quais os presidentes nacional, regionais e municipais da legenda.
O cargo de presidente nacional terá uma importância adicional, pois o eleito terá como missão comandar o PT nas eleições presidenciais de 2010. A votação será iniciada às 9h e está prevista para ocorrer até as 17h.
A apuração, no entanto, deve ser demorada, uma vez que o processo não é eletrônico. Os votos serão marcados em uma cédula única e depositados em uma urna. A contagem dos votos, segundo a assessoria do partido, deve ser encerrada somente no meio da semana.
Os candidatos à sucessão do presidente nacional do partido, deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), são José Eduardo Dutra, de Sergipe, José Eduardo Cardozo (SP), Geraldo Magela (DF), Markus Sokol (SP), Iriny Lopes (ES) e Serge Goulart (SC).
Ricardo Berzoini não disputa a eleição deste domingo porque o regimento do PT impede que os filiados exerçam cargos na Executiva Nacional do partido por mais de três mandatos consecutivos. Em 2005, ele foi secretário-geral da legenda. No mesmo ano, foi eleito presidente nacional do PT, sendo reeleito em 2007.
O Processo de Eleição Direta (PED), como é denominado pelo partido, terá uma urna especial em Brasília destinada à votação dos petistas de outros estados que trabalham na capital brasileira. De acordo com informações do PT, 71 filiados estão cadastrados para votar na urna colocada na sede do Diretório Nacional.
Lula
Lula, Dilma e Berzoini devem votar em urna especial instalada em Brasília
Petistas também escolhem presidentes regionais e municipais e diretórios
Dentre os 71 petistas que devem votar neste domingo, estão o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini. A assessoria de Lula informou que o presidente pretende votar pela manhã.
Para ser eleito, o novo presidente deverá obter 50% dos votos válidos mais um. A regra é a mesma para os cargos de presidente estadual e municipal do PT. O segundo turno da eleição está marcado para o dia 6 de dezembro.
Além dos novos presidentes, os petistas também irão escolher os integrantes dos diretórios nacional, estaduais, municipais e zonais. Como o voto é facultativo, as lideranças da legenda não calcularam uma estimativa de quantos filiados devem votar. Na última eleição, em 2007, 326 mil petistas compareceram às urnas em todo o país.
Petistas também escolhem presidentes regionais e municipais e diretórios
Diego Abreu Do G1, em Brasília
Um milhão e 350 mil petistas estão aptos a votar nas eleições do Partido dos Trabalhadores (PT) neste domingo (22). O pleito vai ocorrer em todo o país e será destinado à escolha dos novos dirigentes do partido para o período 2010-2012, entre os quais os presidentes nacional, regionais e municipais da legenda.
O cargo de presidente nacional terá uma importância adicional, pois o eleito terá como missão comandar o PT nas eleições presidenciais de 2010. A votação será iniciada às 9h e está prevista para ocorrer até as 17h.
A apuração, no entanto, deve ser demorada, uma vez que o processo não é eletrônico. Os votos serão marcados em uma cédula única e depositados em uma urna. A contagem dos votos, segundo a assessoria do partido, deve ser encerrada somente no meio da semana.
Os candidatos à sucessão do presidente nacional do partido, deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), são José Eduardo Dutra, de Sergipe, José Eduardo Cardozo (SP), Geraldo Magela (DF), Markus Sokol (SP), Iriny Lopes (ES) e Serge Goulart (SC).
Ricardo Berzoini não disputa a eleição deste domingo porque o regimento do PT impede que os filiados exerçam cargos na Executiva Nacional do partido por mais de três mandatos consecutivos. Em 2005, ele foi secretário-geral da legenda. No mesmo ano, foi eleito presidente nacional do PT, sendo reeleito em 2007.
O Processo de Eleição Direta (PED), como é denominado pelo partido, terá uma urna especial em Brasília destinada à votação dos petistas de outros estados que trabalham na capital brasileira. De acordo com informações do PT, 71 filiados estão cadastrados para votar na urna colocada na sede do Diretório Nacional.
Lula
Lula, Dilma e Berzoini devem votar em urna especial instalada em Brasília
Petistas também escolhem presidentes regionais e municipais e diretórios
Dentre os 71 petistas que devem votar neste domingo, estão o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini. A assessoria de Lula informou que o presidente pretende votar pela manhã.
Para ser eleito, o novo presidente deverá obter 50% dos votos válidos mais um. A regra é a mesma para os cargos de presidente estadual e municipal do PT. O segundo turno da eleição está marcado para o dia 6 de dezembro.
Além dos novos presidentes, os petistas também irão escolher os integrantes dos diretórios nacional, estaduais, municipais e zonais. Como o voto é facultativo, as lideranças da legenda não calcularam uma estimativa de quantos filiados devem votar. Na última eleição, em 2007, 326 mil petistas compareceram às urnas em todo o país.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Tarso diz que Lula decidirá sozinho sobre Battisti e que não há prazo para isso
Ainda cuidando do meu pai. Ele já saiu do hospital e está em casa agora. Acho que até semana que vem volto a postar meus textos autorais. Aqui mais uma noticia relevante sobre nosso território.
Considerando a posição de Gilmar Mendes e defender o terrorista italiano, e conhecendo nosso presidente, dá pra entende porque o Ministro da Justiça está tão confortável e passar a decisão.
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O ministro Tarso Genro (Justiça) disse nesta quinta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem prazo para decidir sobre a extradição do terrorista italiano Cesare Battisti. Tarso disse que Lula vai decidir "sozinho" sobre a questão --sem necessariamente seguir o seu despacho favorável à manutenção do refúgio ao italiano, ou a posição do STF (Supremo Tribunal Federal) de extraditá-lo.
"Este é um juízo do presidente, solitário. No momento que ele estiver decidindo, não vai estar desautorizando ninguém, nem o Supremo Tribunal Federa ou seu ministro de Estado. Ele tem que decidir em função dos interesses do país, da sua soberania, do cenário internacional. Seja qual for a sua decisão, ele não estará desautorizando ninguém", disse Tarso.
Apesar de não revelar a posição de Lula, o ministro disse esperar que o presidente decida com base em sua visão "humanitária", numa sinalização de que Lula pode encontrar saída jurídica para abrigar Battisti no Brasil. "A decisão vai vir com uma visão humanista e politizada", afirmou.
Tarso disse que o presidente vai ouvir oficialmente a AGU (Advocacia Geral da União) para decidir sobre Battisti. Se for chamado por Lula para consulta, o ministro prometeu reiterar sua posição favorável à concessão do refúgio --mesmo depois da maioria do STF ter concluído pela extradição.
Na opinião do ministro, uma "escassa" minoria da Suprema Corte votou contrariamente ao seu despacho, o que demonstra que o tribunal estava dividido em relação ao caso.
Tarso negou, porém, que tenha conversado com o presidente Lula depois da decisão final do STF. "Ele vai verificar a conveniência de ouvir pessoas. O presidente sabe a minha opinião, nunca me fez qualquer observação positiva ou negativa a respeito do assunto."
O ministro disse que o Brasil tem "orgulho" de ser um destino de refugiados políticos que foram perseguidos em seus países de origem --por isso defende que Battisti fique no país. "O Brasil é uma terra que dá abrigo para refugiados. Temos mais de 150 cubanos que ninguém se preocupa com a sua extradição", ironizou.
Segundo o ministro, Lula tem o "prazo que achar conveniente" para decidir sobre o impasse em torno do futuro de Battisti. Mas ressaltou que, em caso de extradição, o terrorista só poderá ser devolvido à Itália depois da conclusão dos processos a que responde no Brasil. "Hoje ele não poderia ser extraditado porque responde a processo no Brasil por falsidade ideológica. Temos que esperar o fim do processo."
Ontem, o STF decidiu que o presidente Lula tem autonomia para deliberar em última instância sobre a extradição de Battisti para a Itália. A Corte também determinou o retorno de Battisti para a Itália por entender que ele cometeu crimes hediondos, e não políticos. Mas a palavra final, segundo o tribunal, será de Lula.
Supremo
Ao comentar a decisão do STF de deixar nas mãos de Lula o destino de Battisti, Tarso disse que o tribunal manteve os princípios da Constituição Federal --que determina ao chefe de Estado decidir sobre concessões de refúgio. "Compete ao presidente orientar a política externa. O STF compreende o ato como um juízo político do presidente, devolve a ele [Lula] a decisão que o Ministério da Justiça já tinha tomado, de não conceder a extradição", afirmou.
Tarso disse que a decisão do STF não foi contraditória uma vez que, apesar de ser favorável à extradição, o tribunal entendeu que a última palavra sobre o caso deve ser do presidente. "Em última instância, o sistema constitucional foi preservado."
Na opinião do ministro, Battisti deveria ser solto, mesmo respondendo ao crime de falsidade ideológica. Tarso, porém, evitou polemizar sobre o tema por considerar que é da alçada da defesa do italiano.
O ministro disse que pediu a Battisti, por intermédio de parlamentares que o visitaram na prisão, para encerrar a greve de fome que teve início na semana passada.
Considerando a posição de Gilmar Mendes e defender o terrorista italiano, e conhecendo nosso presidente, dá pra entende porque o Ministro da Justiça está tão confortável e passar a decisão.
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O ministro Tarso Genro (Justiça) disse nesta quinta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem prazo para decidir sobre a extradição do terrorista italiano Cesare Battisti. Tarso disse que Lula vai decidir "sozinho" sobre a questão --sem necessariamente seguir o seu despacho favorável à manutenção do refúgio ao italiano, ou a posição do STF (Supremo Tribunal Federal) de extraditá-lo.
"Este é um juízo do presidente, solitário. No momento que ele estiver decidindo, não vai estar desautorizando ninguém, nem o Supremo Tribunal Federa ou seu ministro de Estado. Ele tem que decidir em função dos interesses do país, da sua soberania, do cenário internacional. Seja qual for a sua decisão, ele não estará desautorizando ninguém", disse Tarso.
Apesar de não revelar a posição de Lula, o ministro disse esperar que o presidente decida com base em sua visão "humanitária", numa sinalização de que Lula pode encontrar saída jurídica para abrigar Battisti no Brasil. "A decisão vai vir com uma visão humanista e politizada", afirmou.
Tarso disse que o presidente vai ouvir oficialmente a AGU (Advocacia Geral da União) para decidir sobre Battisti. Se for chamado por Lula para consulta, o ministro prometeu reiterar sua posição favorável à concessão do refúgio --mesmo depois da maioria do STF ter concluído pela extradição.
Na opinião do ministro, uma "escassa" minoria da Suprema Corte votou contrariamente ao seu despacho, o que demonstra que o tribunal estava dividido em relação ao caso.
Tarso negou, porém, que tenha conversado com o presidente Lula depois da decisão final do STF. "Ele vai verificar a conveniência de ouvir pessoas. O presidente sabe a minha opinião, nunca me fez qualquer observação positiva ou negativa a respeito do assunto."
O ministro disse que o Brasil tem "orgulho" de ser um destino de refugiados políticos que foram perseguidos em seus países de origem --por isso defende que Battisti fique no país. "O Brasil é uma terra que dá abrigo para refugiados. Temos mais de 150 cubanos que ninguém se preocupa com a sua extradição", ironizou.
Segundo o ministro, Lula tem o "prazo que achar conveniente" para decidir sobre o impasse em torno do futuro de Battisti. Mas ressaltou que, em caso de extradição, o terrorista só poderá ser devolvido à Itália depois da conclusão dos processos a que responde no Brasil. "Hoje ele não poderia ser extraditado porque responde a processo no Brasil por falsidade ideológica. Temos que esperar o fim do processo."
Ontem, o STF decidiu que o presidente Lula tem autonomia para deliberar em última instância sobre a extradição de Battisti para a Itália. A Corte também determinou o retorno de Battisti para a Itália por entender que ele cometeu crimes hediondos, e não políticos. Mas a palavra final, segundo o tribunal, será de Lula.
Supremo
Ao comentar a decisão do STF de deixar nas mãos de Lula o destino de Battisti, Tarso disse que o tribunal manteve os princípios da Constituição Federal --que determina ao chefe de Estado decidir sobre concessões de refúgio. "Compete ao presidente orientar a política externa. O STF compreende o ato como um juízo político do presidente, devolve a ele [Lula] a decisão que o Ministério da Justiça já tinha tomado, de não conceder a extradição", afirmou.
Tarso disse que a decisão do STF não foi contraditória uma vez que, apesar de ser favorável à extradição, o tribunal entendeu que a última palavra sobre o caso deve ser do presidente. "Em última instância, o sistema constitucional foi preservado."
Na opinião do ministro, Battisti deveria ser solto, mesmo respondendo ao crime de falsidade ideológica. Tarso, porém, evitou polemizar sobre o tema por considerar que é da alçada da defesa do italiano.
O ministro disse que pediu a Battisti, por intermédio de parlamentares que o visitaram na prisão, para encerrar a greve de fome que teve início na semana passada.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
DEM faz esforço para manter unidade em relação ao PSDB
Temos que manter o pacto de unidade do partido, respeitando as preferências', disse Agripino Maia
Carol Pires, da Agência Estado
BRASÍLIA - Após as declarações do ex-prefeito do Rio de Janeiro Cesar Maia (DEM) de que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), se comporta no processo pré-eleitoral "como os piores caudilhos", lideranças do DEM correram para reforçar a imagem de união do partido em relação ao PSDB. Senadores e deputados da sigla se reuniram, em almoço na residência do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), com a presença do prefeito paulistano, Gilberto Kassab (DEM), para "gerar uma fotografia de união", como definiu o líder do partido, senador José Agripino Maia (RN).
"Foi um almoço para gerar uma fotografia, para mostrar a união do partido e deixar claro o seguinte: a manifestação de preferências é aceita, mas não pode ultrapassar os limites da colaboração que o partido tem que oferecer ao PSDB seja quem for o candidato", resumiu o senador potiguar. Ele se referia à opção por Serra ou pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves - os dois presidenciáveis tucanos.
Agripino afirmou ainda que o DEM deve respeitar o tempo do PSDB para escolher o cabeça-de-chapa para as eleições presidenciais do próximo ano. O DEM poderá indicar o candidato a vice-presidente na coligação. "O juiz do tempo é o PSDB. Temos que manter o pacto de unidade do partido, respeitando as preferências, mas sem permitir que a manifestação de preferências interfira na unidade do partido", completou.
Apesar o almoço ter sido marcado para contrapor as recentes declarações tanto de Rodrigo Maia (RJ), presidente do DEM quanto do ex-prefeito Cesar Maia, - ambos criticando a demora do PSDB em definir o candidato -, José Agripino nega que esse assunto tenha sido tratado durante o encontro de hoje. "É assunto superado, ninguém tocou neste assunto. É coisa que não se considera. É uma coisa com a qual o partido não colabora", disse.
Para amanhã está marcado um novo almoço de conciliação, desta vez entre Rodrigo Maia, José Agripino, o líder do DEM na Câmara, deputado Ronaldo Caiado (GO), e o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (SP). O objetivo do novo encontro é o de mostrar que a união dos partidos de oposição está acima de eventuais declarações dos filiados do DEM, divididos entre os apoiadores da candidatura de Serra e os que optam pela de Aécio.
Carol Pires, da Agência Estado
BRASÍLIA - Após as declarações do ex-prefeito do Rio de Janeiro Cesar Maia (DEM) de que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), se comporta no processo pré-eleitoral "como os piores caudilhos", lideranças do DEM correram para reforçar a imagem de união do partido em relação ao PSDB. Senadores e deputados da sigla se reuniram, em almoço na residência do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), com a presença do prefeito paulistano, Gilberto Kassab (DEM), para "gerar uma fotografia de união", como definiu o líder do partido, senador José Agripino Maia (RN).
"Foi um almoço para gerar uma fotografia, para mostrar a união do partido e deixar claro o seguinte: a manifestação de preferências é aceita, mas não pode ultrapassar os limites da colaboração que o partido tem que oferecer ao PSDB seja quem for o candidato", resumiu o senador potiguar. Ele se referia à opção por Serra ou pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves - os dois presidenciáveis tucanos.
Agripino afirmou ainda que o DEM deve respeitar o tempo do PSDB para escolher o cabeça-de-chapa para as eleições presidenciais do próximo ano. O DEM poderá indicar o candidato a vice-presidente na coligação. "O juiz do tempo é o PSDB. Temos que manter o pacto de unidade do partido, respeitando as preferências, mas sem permitir que a manifestação de preferências interfira na unidade do partido", completou.
Apesar o almoço ter sido marcado para contrapor as recentes declarações tanto de Rodrigo Maia (RJ), presidente do DEM quanto do ex-prefeito Cesar Maia, - ambos criticando a demora do PSDB em definir o candidato -, José Agripino nega que esse assunto tenha sido tratado durante o encontro de hoje. "É assunto superado, ninguém tocou neste assunto. É coisa que não se considera. É uma coisa com a qual o partido não colabora", disse.
Para amanhã está marcado um novo almoço de conciliação, desta vez entre Rodrigo Maia, José Agripino, o líder do DEM na Câmara, deputado Ronaldo Caiado (GO), e o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (SP). O objetivo do novo encontro é o de mostrar que a união dos partidos de oposição está acima de eventuais declarações dos filiados do DEM, divididos entre os apoiadores da candidatura de Serra e os que optam pela de Aécio.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Mais PEC do jornalismo
E a PEC do diploma de jornalismo (386/09) até que está indo mais longe do que pensei.
Ela foi votada e aprovada ontem na Câmara dos deputados e possivelmente semana que vem deverá ser pauta no Senado.
A votação foi por líder de bancada, ou seja, somente o "cabeça" de cada partido teve direito ao voto e, com isso, a PEC ganhou com quase unanimidade. Quem ergueu a voz contra a regulamentação foi somente o PSDB.
Vamos ver no que vai dar na CCJC do Senado, embora tudo indique uma vitória dos que são a favor dos diplomados, não pela força das associações jornalísticas, mas sim, pelo o acordo de cavalheiros feito com a OAB, como só tem advogado em Brasilia, acho que a votação será favorável.
Ela foi votada e aprovada ontem na Câmara dos deputados e possivelmente semana que vem deverá ser pauta no Senado.
A votação foi por líder de bancada, ou seja, somente o "cabeça" de cada partido teve direito ao voto e, com isso, a PEC ganhou com quase unanimidade. Quem ergueu a voz contra a regulamentação foi somente o PSDB.
Vamos ver no que vai dar na CCJC do Senado, embora tudo indique uma vitória dos que são a favor dos diplomados, não pela força das associações jornalísticas, mas sim, pelo o acordo de cavalheiros feito com a OAB, como só tem advogado em Brasilia, acho que a votação será favorável.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
A manifestação do gene da américa latina
E a babaquice causada pelo gene dominante nos governadores latinos começa a se expressar cada vez mais. Este gene não só faz crescer bigodes e causa um incrível impulso para o uso de boina e chapéu. Ele também causa guerras absurdas só para dizer "O meu é maior que o seu", digo o país e a ideologia, claro.
Enquanto Brasil, Chile, México e até a Colombia rumam para um futuro democrático e até promissor, o "resto" não consegue sair da lama do "Comunismo Sulista".
Bem, entendam o que quero dizer com esse texto retirado do site do Estadão.
Colômbia denunciará 'ameaças de guerra' de Chávez à ONU
Líder venezuelano volta a subir o tom contra Bogotá e EUA e pede que população se prepare para conflito
estadao.com.br
BOGOTÁ - O governo da Colômbia anunciou no domingo, 8, que levará as "ameaças de guerra" lançadas pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, perante o Conselho de Segurança da ONU e a Organização dos Estados Americanos (OEA). Em seu programa de TV dominical, Chávez pediu aos líderes militares que estejam "prontos para a guerra" e preparem o povo para "defender a pátria" ante uma agressão. As declarações foram feitas em meio a uma elevada tensão com a vizinha Colômbia por causa de um acordo de cessão de bases colombianas aos EUA.
"A Colômbia não fez nem fará um só gesto de guerra à comunidade internacional, muito menos a países irmãos", diz um comunicado divulgado pela Presidência, acrescentando que o governo "mantém sua disposição ao diálogo franco" para sair da crise com a Venezuela. "O único interesse que nos movimenta é a superação do narcoterrorismo que durante tantos anos maltratou os colombianos", continua o comunicado do governo, insistindo em defender no conflito com o país vizinho "as vias do entendimento e das normas do direito internacional".
Chávez voltou a subir o tom na crise com a Colômbia ao falar de se preparar para a guerra perante uma eventual agressão que, na sua opinião, poderia ser incubado nos EUA contra seu país. "Senhor comandante da guarnição militar, batalhões de milícias, vamos treinar. Estudantes revolucionários, trabalhadores, mulheres: todos preparados para defender esta pátria sagrada que se chama Venezuela", disse Chávez em seu programa semanal de rádio e TV Alô, presidente! "Se vivêssemos em um mundo no qual se respeitasse a soberania dos povos e o direito internacional poderíamos nos dedicar a qualquer coisa menos nos preparar para a guerra", acrescentou.
"Estamos dispostos a tudo, mas a Venezuela não será jamais uma colônia ianque nem de ninguém." Chávez destacou que seu país foi "cauteloso" com o triunfo de Obama "e logo percebeu a verdade". Segundo ele, o "império está vivo e mais ameaçador do que nunca". "O governo colombiano transferiu-se para os EUA. Já não está em Bogotá. O governo e a oligarquia colombianos tiraram as máscaras", acrescentou o líder bolivariano.
As relações entre a Venezuela e a Colômbia sofreram altos e baixos na última década e vivem nova crise desde julho. Chávez congelou as relações bilaterais após a Colômbia anunciar que pretendia ceder o uso de sete de suas bases aos EUA. A crise diplomática se aprofundou nas duas últimas semanas, quando dois militares venezuelanos foram assassinados no Estado fronteiriço de Táchira por supostos paramilitares. Depois do incidente, a presença militar venezuelana foi reforçada nas fronteiras com a Colômbia e o Brasil, sob o argumento de intensificar as operações contra o narcotráfico e a extração ilegal de minérios.
Antes do assassinato dos militares, há duas semanas, dez pessoas que haviam sido sequestradas foram encontradas mortas, também no Estado de Táchira. O governo venezuelano disse na ocasião que se tratavam de "paramilitares colombianos em treinamento" na Venezuela. Neste mesmo período, dois agentes do serviço de inteligência colombiano foram presos em território venezuelano acusados de espionagem - alegação que o governo colombiano nega.
Enquanto Brasil, Chile, México e até a Colombia rumam para um futuro democrático e até promissor, o "resto" não consegue sair da lama do "Comunismo Sulista".
Bem, entendam o que quero dizer com esse texto retirado do site do Estadão.
Colômbia denunciará 'ameaças de guerra' de Chávez à ONU
Líder venezuelano volta a subir o tom contra Bogotá e EUA e pede que população se prepare para conflito
estadao.com.br
BOGOTÁ - O governo da Colômbia anunciou no domingo, 8, que levará as "ameaças de guerra" lançadas pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, perante o Conselho de Segurança da ONU e a Organização dos Estados Americanos (OEA). Em seu programa de TV dominical, Chávez pediu aos líderes militares que estejam "prontos para a guerra" e preparem o povo para "defender a pátria" ante uma agressão. As declarações foram feitas em meio a uma elevada tensão com a vizinha Colômbia por causa de um acordo de cessão de bases colombianas aos EUA.
"A Colômbia não fez nem fará um só gesto de guerra à comunidade internacional, muito menos a países irmãos", diz um comunicado divulgado pela Presidência, acrescentando que o governo "mantém sua disposição ao diálogo franco" para sair da crise com a Venezuela. "O único interesse que nos movimenta é a superação do narcoterrorismo que durante tantos anos maltratou os colombianos", continua o comunicado do governo, insistindo em defender no conflito com o país vizinho "as vias do entendimento e das normas do direito internacional".
Chávez voltou a subir o tom na crise com a Colômbia ao falar de se preparar para a guerra perante uma eventual agressão que, na sua opinião, poderia ser incubado nos EUA contra seu país. "Senhor comandante da guarnição militar, batalhões de milícias, vamos treinar. Estudantes revolucionários, trabalhadores, mulheres: todos preparados para defender esta pátria sagrada que se chama Venezuela", disse Chávez em seu programa semanal de rádio e TV Alô, presidente! "Se vivêssemos em um mundo no qual se respeitasse a soberania dos povos e o direito internacional poderíamos nos dedicar a qualquer coisa menos nos preparar para a guerra", acrescentou.
"Estamos dispostos a tudo, mas a Venezuela não será jamais uma colônia ianque nem de ninguém." Chávez destacou que seu país foi "cauteloso" com o triunfo de Obama "e logo percebeu a verdade". Segundo ele, o "império está vivo e mais ameaçador do que nunca". "O governo colombiano transferiu-se para os EUA. Já não está em Bogotá. O governo e a oligarquia colombianos tiraram as máscaras", acrescentou o líder bolivariano.
As relações entre a Venezuela e a Colômbia sofreram altos e baixos na última década e vivem nova crise desde julho. Chávez congelou as relações bilaterais após a Colômbia anunciar que pretendia ceder o uso de sete de suas bases aos EUA. A crise diplomática se aprofundou nas duas últimas semanas, quando dois militares venezuelanos foram assassinados no Estado fronteiriço de Táchira por supostos paramilitares. Depois do incidente, a presença militar venezuelana foi reforçada nas fronteiras com a Colômbia e o Brasil, sob o argumento de intensificar as operações contra o narcotráfico e a extração ilegal de minérios.
Antes do assassinato dos militares, há duas semanas, dez pessoas que haviam sido sequestradas foram encontradas mortas, também no Estado de Táchira. O governo venezuelano disse na ocasião que se tratavam de "paramilitares colombianos em treinamento" na Venezuela. Neste mesmo período, dois agentes do serviço de inteligência colombiano foram presos em território venezuelano acusados de espionagem - alegação que o governo colombiano nega.
sábado, 7 de novembro de 2009
Gastos com parlamentares

Estou na minha cidade natal, Catanduva-SP, meu pai terá que passar por uma cirurgia e, além disso, tem todo o processo de visitar a família e tudo mais.
Com isso, acabei não tendo tempo para escrever um texto, porém vou indicar uma notícia interessante sobre os gastos públicos.
A reportagem é do Estadão, jornal que resolveu "olhar para trás" e fazer o que os jornais têm que fazer e está sendo muito bem sucedido nesse aspecto.
O link para a notícia:Quanto custam os parlamentares
Quanto a Eduardo Azeredo,PSDB-MG, o Ministro Joaquim Barbosa, acatou a denúncia de desvio de dinheiro no caso chamado de "mensalão mineiro". Isso significa que o senhor Azeredo será julgado, longe de dizer se será culpado por isso, já que, nunca ninguém com foro privilegiado foi considerado culpado desde sua criação em 1988.
Assinar:
Postagens (Atom)